Coleta seletiva: entenda como esse serviço funciona

A coleta seletiva é uma das principais maneiras de dar um destino correto ao lixo doméstico. Afinal, o lixo é considerado um dos maiores problemas da contemporaneidade. E, para resolver isso, reciclar e reutilizar materiais é a forma mais eficiente. Porém, é ideal saber primeiramente como descartá-los.

O serviço de coleta de lixo já é muito antigo aqui no Brasil. Isso porque ele tem sido feito de forma informal por uma grande equipe de catadores. No entanto, de tempos para cá acabou ganhando notoriedade e se tornou legítimo. No post de hoje, iremos falar sobre como a coleta seletiva funciona e qual a sua importância atualmente.

O que é a coleta seletiva?

A coleta seletiva é um serviço diferenciado para recolher resíduos. Isso porque para que funcione é preciso que os resíduos sejam previamente separados. Assim, os materiais são selecionados conforme as suas características e recebem o destino correto para o seu descarte ou reuso. 

De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos, esse tipo de coleta é uma responsabilidade de cada município. Sendo assim, fica sob o seu critério as metas deste serviço. Além disso, deve constar nos planos da cidade sobre a gestão dos resíduos sólidos urbanos, ou seja, produzidos em casa.

Hoje no Brasil a coleta seletiva é feita por meio de cooperativas. Estas tem como função recolher os resíduos das residências com um caminhão e separá-los conforme o seu destino. Assim, encaminham os materiais para as empresas responsáveis por cada tipo de material. Com isso, a garantia de que eles terão um destino adequado é ainda maior.

Como está a coleta seletiva no Brasil

A coleta seletiva tem aumentado, mas ainda é pequena para a dimensão do Brasil. No último estudo da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe) feito em 2017, 1.647 municípios ainda não tinham a coleta. Isso se deve, entre outros motivos, pela falta de adesão das pessoas.

Para o diretor da Abrelpe, Carlos Silva Filho, falta incentivo para que a população comece a separar seu lixo. E isso deve começar pelos municípios, que precisam dar importância à destinação adequada do lixo. Afinal, a separação dos dejetos sólidos é fundamental para o bem-estar de todos.

Coleta seletiva: entenda como esse serviço funciona

Quais os materiais que a coleta recolhe?

Este serviço é destinado para os materiais que podem ser reciclados. Sendo assim inclui o papel, plástico, metal e vidro. No entanto, há algumas exceções nestes materiais que algumas pessoas desconhecem. A seguir, confira quais você pode enviar à coleta seletiva e quais não são aceitos:

Papel

  • Pode reciclar: jornais, papéis brancos comuns, papelão, cartolinas, envelopes, papéis cartão, revistas, folhas de caderno, etc.
  • Não pode reciclar: papel auto-adesivo, papel carbono, celofane, de fax, papel fotográfico, termoabrasivo, plastificado, guardanapos e bitucas de cigarro.

Plástico

  • Pode reciclar: garrafas PET, embalagens de produtos de beleza/limpeza, sacos plásticos, potes de margarina/manteiga, copos de mate, etc.
  • Não pode reciclar: copos descartáveis, fraldas, espuma, isopor, canos de PVC, fitas cassete, DVDs e CDs.

Metal

  • Pode reciclar: latas de alumínio, objetos feitos de ferro, fios e cabos, embalagens de desodorante, entre outros.
  • Não pode reciclar: pilhas, baterias, clipes, grampos, pregos, esponjas de aço e latas de tinta.

Vidro

  • Pode reciclar: garrafas, copos e recipientes de produtos feitos de vidro.
  • Não pode reciclar: espelhos, cerâmicas, tubos de TV, lâmpadas fluorescentes e recipientes de remédios.

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