Como a pesca excessiva pode prejudicar o meio ambiente?

Entenda mais sobre a pesca excessiva e seus impactos na natureza

Nós seres humanos possuímos hábitos extremamente danosos ao meio ambiente, que sistematicamente vêm acabando com a biodiversidade e destruindo os mais diversos ecossistemas. Entre as atitudes mais insustentáveis que possuímos, sem dúvida a pesca excessiva está entre os problemas que precisam ser combatidos o quanto antes. 

Isso porque a pesca, especialmente as que não são sustentáveis, realizadas nos oceanos, geram muitos problemas, os quais irão refletir em nosso modo de viver em médio/longo prazo. 

Afinal, o que é pesca excessiva?

Antes de abordarmos de que maneira a pesca excessiva (conhecida também como pesca insustentável) prejudica o meio ambiente, é essencial saber o que ela é e como ocorre. 

Como a pesca excessiva pode prejudicar o meio ambiente?

Saiba, portanto, que a pesca excessiva se dá quando a quantidade de peixe retirado dos mares e rios é maior do que o tempo necessário que possam ser repostos organicamente na natureza.

Ou seja, a quantidade de peixes retirados do ambiente é maior que a quantidade de peixes que nascem. Como consequência, essa diferença na quantidade de animais acarreta em graves consequências, como a extinção de espécies no ecossistema. 

De que maneira a pesca excessiva pode prejudicar o meio ambiente?

A pesca excessivas prejudica o meio ambiente de diferentes maneiras, sendo a principal delas a diminuição drástica de peixes de determinadas espécies, sobretudo as mais visadas para consumo ou com maior valor de mercado. 

Com a sistemática pesca de determinados peixes, naturalmente, com o tempo, o risco de desaparecerem são cada vez maiores, à medida que a sobrepesca acontece sem qualquer fiscalização. 

Sem a presença de algumas espécies de peixes, outros animais que dependem deles para sobreviverem são afetados, criando um desbalanceamento no ecossistema, resultando em ainda mais problemas. 

Além disso, a pesca excessiva, principalmente no mar, causa outros problemas. A pescaria de arrasto, por exemplo, acaba com a vida marinha conforme captura não apenas peixes, mas também mamíferos, crustáceos, moluscos e outros animais, bem como destrói o fundo dos oceanos, lar de inúmeras espécies. 

Esse processo, além de matar milhares de animais, destrói seu habitat. Logo, à medida que a pesca excessiva através do métodos de arrasto continua, cada vez mais biodiversidade é destruída. 

Infelizmente, a presença humana e seus hábitos insustentáveis não oferecem o tempo necessário para o meio ambiente recuperar-se, culminando em impactos inevitáveis e muitas vezes irreversíveis.

Como acabar com a pesca excessiva?

A primeira coisa a se fazer, é cobrar de empresas e autoridades políticas mais responsabilidade ambiental, de modo a evitar um processo destrutivo irreversível nos oceanos e rios. 

Outra solução é, ao comprar peixes, optar por empresas que fornecem animais oriundos de hábitos sustentáveis. Em outras palavras, empresas que fornecem peixes de criadouros profissionais, que não dizimam espécies com risco de extinção na natureza. 

Por fim, sempre importante apoiar ONG’s que realizam trabalhos voltados à preservação da vida marinha, uma vez que muitas delas pressionam grandes empresas a diminuir os impactos ambientais, conforme adotam medidas sustentáveis. 

Pesca excessiva: o grande vilão da vida na água

Agora que conhece mais sobre o que é pesca excessiva, bem como de que maneira ela pode prejudicar o meio ambiente, torna-se mais fácil entender por que devemos acabar com esse tipo de hábito, substituindo-o por métodos sustentáveis. 

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Bloomin
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