Saiba quanto tempo os oceanos aguentam se nada for feito e descubra porque o maior ecossistema do mundo corre perigo

Os oceanos são, indiscutivelmente, vitais para o planeta Terra. Todavia, apesar da sua importância, o que vemos, na prática, é um enorme descaso com o maior ecossistema do mundo. Como resultado disso, presenciamos a exploração sistemática dos bens naturais marinhos, culminando, assim, no invariável colapso dos oceanos. Logo, uma questão vem à tona: os oceanos aguentam até quando? 

A resposta para essa pergunta varia bastante, pois depende muito de como vamos nos portar nos próximos anos. 

Ou seja: iremos iniciar uma campanha maciça de preservação dos oceanos? Ou vamos continuar do jeito que está? De acordo com a resposta, teremos um destino diferente para os oceanos. 

Se não fizermos nada, os oceanos aguentam até quando?

Os oceanos são explorados de diferentes formas, seja através da pesca industrial, da poluição, da caça ou da remoção de recursos minerais.

Oceanos aguentam até quando?

Se mantivermos esse ritmo e nada for feito nos próximos anos e décadas, estima-se que em até 25 anos poderemos presenciar o fim dos oceanos – e, consequentemente, o possível fim da humanidade-, de acordo com Howard Dryden e Diane Duncan, dupla de pesquisadores da Universidade de Edimburgo, na Escócia. 

Os oceanos começaram a sofrer de fato a partir da revolução industrial, que começou a despejar na atmosfera toneladas e mais toneladas de CO2. Como consequência, iniciou-se o processo de acidificação dos oceanos, apenas um dos problemas causados pelo homem ao ecossistema marinho. 

Atualmente, os oceanos sofrem não apenas com a acidez de suas águas, mas também com o seu aquecimento, bem como outros problemas, como a já citada pesca industrial, a caça ilegal, a exploração de recursos minerais, o derretimento de geleiras, o aumento no nível do mar e muito mais. 

Mediante todos esses problemas, os oceanos já não têm mais a capacidade de se ajustar a esses problemas. Isto é: ou diminuímos os danos causados aos oceanos, ou teremos que arcar com as consequências. 

Se fizermos algo, os oceanos ganham uma sobrevida?

A resposta é sim. De fato, se realizarmos mudanças drásticas, com certeza os oceanos têm tudo para mostrar sinais de recuperação. 

Ao diminuirmos, por exemplo, a quantidade de lixo jogado nos oceanos, contermos a pesca industrial desenfreada e continuarmos a baixar a quantidade de gases estufa na atmosfera, em alguns anos já poderemos ver resultados animadores. 

Com mudanças a níveis globais como essas e o apoio global de governos e instituições, já poderemos ver uma luz no fim do túnel para os oceanos. 

Caso contrário, continuaremos acabando com o maior ecossistema do mundo até que ele não aguente mais e entre em colapso. 

Lembre-se: sem os oceanos perderíamos a nossa maior fonte de oxigênio, o maior regulador climático, o ecossistema que mais absorve gás carbônico e uma das maiores fontes de alimento do mundo. 

Por esses e outros motivos, a preservação dos oceanos deve ser prioridade a curto, médio e longo prazo, se desejamos salvar o maior e mais importante ecossistema do mundo. 

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Bloomin
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